Onde estão os alunos corajosos, destemidos, que riem do perigo?
Um simples desafio de Matemática e somente o mais corajoso dos Cavaleiros Medievais, Sir Roberto se dispôs a enfrentá-lo? Nem as mulheres, que lutam pela igualdade de direitos colocaram os neurônios para funcionar e tentaram responder o desafio?
Ainda há tempo, meninos e meninas...mãos à obra...o desafio de Matemática ainda não foi concluido, digo, avaliado, certo?
sábado, 28 de junho de 2008
BELEZA É FUNDAMENTAL?

Puxa, encontrei o poema abaixo de Vinícus de Moraes" Receita de Mulher", em que ele diz que beleza é fundamental.
Não, não posso crer que ele esteja falando "apenas" de beleza física, já que este conceito estético é tão relativo.
Não, não posso crer que nos dias atuais,com tipos tão diversificados de pessoas, possa haver aqueles que deixam guiar-se apenas pelas aparências, ou que, quando envolvidos por elas, não consigam enxergar a essência do outro.
Vejo os muitos casais que se formam nos corredores da escola (quando nem o inspetor ou o diretor está vendo): são "belezas diferentes que se atraem", não vou citar nomes para não comprometer, certo!
Mas me ajudem....por favoooooor!
QUAL A RECEITA DO AMOR? NELA, A APARÊNCIA É INGREDIENTE FUNDAMENTAL?
"Receita de mulher
As muito feias que me perdoem
Mas beleza é fundamental. É preciso
Que haja qualquer coisa de flor em tudo isso
Qualquer coisa de dança, qualquer coisa de haute couture
Em tudo isso (ou então
Que a mulher se socialize elegantemente em azul, como na
República Popular Chinesa).
Não há meio-termo possível.
É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso que súbito
Tenha-se a impressão de ver uma garça apenas pousada e que um rosto
Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora."
(...)
Qual a sua receita de homem/mulher???????????????????????????????????????????????????
domingo, 22 de junho de 2008
DESAFIO DE MATEMÁTICA
Quem foi que disse que Matemática e Literatura não podem formar uma dupla dinâmica?
Eu e a Professora Sônia nos unimos em prol da Leitura e a linguagem Matemática, no caso lógica é o MÁXIMO.
Estejam atentos ao seguinte desafio (aquele que primeiro postar a resposta correta nos comentários tem a mesma premiação que a aluna Jéssica Alecsandra recebeu, válida para as duas disciplinas.
Então, coloquem os neurônios para funcionar e descubram:
QUEM TEM UM PEIXE?
1) Existem cinco casas diferentes;
2) Em cada casa mora uma pessoa de diferente nacionalidade;
3) Os cinco bebem, fumam (por pouco tempo, é claro) e tem cada um seu animal de estimação;
4) Nenhum deles tem o mesmo animal, fumam o mesmo cigarro ou tomam a mesma bebida.
OBSERVAÇÕES:
1) O inglês vive na casa vermelha;
2) O sueco tem um cachorro como animal de estimação;
3) O dinamarquês bebe chá
4) A casa verde fica a esquerda da casa branca;
5) O dono da casa verde bebe café;
6) A pessoa que fuma Plaza cria pássaros;
7) O dono da casa amarela fuma Free;
8) O homem que vive na casa do centro bebe leite;
9) O norueguês vive na primeira casa;
10) O homem que fuma Hollywood vive ao lado do que tem gatos;
11) O homem que cria cavalos vive ao lado do que fuma free;
12) O homem que fuma Arizona bebe cerveja;
13) O alemão fuma Continental;
14) O norueguês vive ao lado da casa azul;
15) O homem que fuma Hollywood é vizinho do que bebe água;
1) Existem cinco casas diferentes;
2) Em cada casa mora uma pessoa de diferente nacionalidade;
3) Os cinco bebem, fumam (por pouco tempo, é claro) e tem cada um seu animal de estimação;
4) Nenhum deles tem o mesmo animal, fumam o mesmo cigarro ou tomam a mesma bebida.
OBSERVAÇÕES:
1) O inglês vive na casa vermelha;
2) O sueco tem um cachorro como animal de estimação;
3) O dinamarquês bebe chá
4) A casa verde fica a esquerda da casa branca;
5) O dono da casa verde bebe café;
6) A pessoa que fuma Plaza cria pássaros;
7) O dono da casa amarela fuma Free;
8) O homem que vive na casa do centro bebe leite;
9) O norueguês vive na primeira casa;
10) O homem que fuma Hollywood vive ao lado do que tem gatos;
11) O homem que cria cavalos vive ao lado do que fuma free;
12) O homem que fuma Arizona bebe cerveja;
13) O alemão fuma Continental;
14) O norueguês vive ao lado da casa azul;
15) O homem que fuma Hollywood é vizinho do que bebe água;
????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
domingo, 15 de junho de 2008
Mais um desafio!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Esta é uma cena do filme: O carteiro e o poeta.Puxa, tudo isso me comoveu!!!!!!Poesia é o máximo não?
Vem aí: CONCURSO DE METÁFORAS!!!!!!!!!!!!!
Procurem inspiração nas coisas belas da vida, criem uma imagem e produza sua metáfora!!!!!!!
Aguardem maiores informações.
Apoio: Ler é o máximo.
Produção: Vera e seus alunos.
Bjs
O carteiro e o poeta/ A professora e seus alunos

Vou contar, sabe aqueles livros que emocionam a gente: você lê e nunca mais esquece?
Pois é, "O carteiro e o poeta" de Antonio Skarmeta, é um deles, tanto que até virou filme. Conta a história de Mário Jimenez, um homem simples que faz amizade com o grande escritor Pablo Neruda. Com o intuito de escrever uma carta (ele, o carteiro era quase analfabeto) para sua amada, Mário começa a se interessar por poesia e política. É célebre aquela passagem do livro em que o poeta fala a Mário sobre as metáforas. Homem simples que é, ele tem dificuldade no princípio mas depois domina a técnica. E...não vou contar o restante da história, só posso dizer que é lindoooooooooooooooo!
O ponto de intersecção entre esta belíssima história e meus alunos do 2º D, você compreenderão já.
O 2º D é uma sala composta em sua maioria por meninos, digo garotos (se eles me virem chamando de meninos, eles reclamam), muito barulhentos, mas muito criativos. É a sala do Rony, Clécio, Adriano, Fábio , Marcos, Brunos, Anderson, Lincoln ....falam demais e adoram ouvir música pelo celular. Na última quinta-feira, quando estive lá teria de falar a eles sobre a metáfora, como recurso estilístico, mas confesso: estou cansada desse negócio definições sem prática alguma. Resolvi dar uma de Pablo Neruda e fazer com que eles descobrissem as metáforas que usamos todos os dias e principalmente criar outras. No princípio eles riram quando pedi para que eles criassem metáforas para as mulheres: saíram com aquelas machistas que mulher é biscoto etc , etc etc. Mas depois captaram a essência da poesia na metáfora: o Anderson foi o primeiro, depois o Sérgio, depois o Rony, cada uma mais bela que a outra. Não vou escrevê-las aqui e agora porque, por incrível que pareça, a aula foi tão prazerosa que não deu tempo para anotá-las, criávamos uma após a outra e sorríamos com nossa criação assim como o Mário sorria ao descobrir a beleza da poesia. O sinal tocou, ninguém se lembrou da entrega das carteirinhas, ninguém se lembrou do relógio que seguia implacável. Absorvidos pela essência da poesia que naquele momento dominávamos, fomos os últimos a sair da escola. Eu e aqueles garotos de carteiros a poetas!
"A mulher é um tesouro perdido, difícil de ser encontrado, mas se achado, tem valor inestimável." Esta é a do Sérgio, que tirei de memória. Linda, não!
Minha aluninha da 6ª série

Olá, abro espaço hoje para trazer a vocês um texto feito por uma aluninha da 6ª série da escola. Sei que não mencionei que tenho uma 6ª série, eles são ótimos.
Hoje falo da Raquel, todos dizem que a letra dela é ótima, e é mesmo!
Trabalhávamos o gênero Relato e levei para eles um fragmento do livro "Relato de um náufrago", de um dos grandes mestres da literatura. Conta a história verdadeira de um marinheiro colombiano que ficou perdido no mar por dez dias até ser encontrado a beira da morte numa praia da Colombia. Ele conta os desafios que passou nesses dez dias, enfrentando tubarões, a fome e a sede.
Propus então que meus alunos escrevessem um relato baseado na história desse colombiano, mas como o gênero pede, teria de ser coerente. Cada aluno teria uma profissão que exigisse a viagem, num mapa localizariam o lugar de partida, o lugar de chegada, mas principalmente onde eles iriam naufragar. De todos os textos, o de Raquel se destacou:
Oito dias que se tornaram oitenta anos
Irei contar sobre uma experiência nada agradável da minha vida, que começa em uma viagem,
Sou Raquel, tenho 20 anos, trabalho como escritora e sou casada, viajei do Brasil para o Congo (África), fui a passeio (buscar inspiração) e fui sozinha.
Tudo estava correndo normalmente, peguei o avião e dormir, alguns minutos acordei, pois o avião estava balançando muito, ao ler uma revista que falava sobre mortes no mundo, fiquei um pouco assustada, parei de ler, quando na segunda classe,ouvi gritos dizendo que o avião iria cair, as aeromoças começaram a se preocupar, mas tentando acalmar os passageiros. Uns começaram a chorar, a entrar em desespero, o co-pilotomandou pegar os pára-quedas, mas foi tudo muito rápido: cai no mar, e sem me dar conta ao certo, me deparo num pedaço de terra, via muitas árvores e estranhei, me levantei pois a água do mar tinha me acordado.
O céu estava bem azul, como se fosse mais um lindo dia em minha vida, quando começo a lembrar que o avião havia caído, então me afastei um pouco do mar e fui procurar os outros passageiros, quando, em vez de encontrá-los, encontrei o avião quase todo despedaçado, foi aí que percebi, era a única sobrevivente.
Cai no Oceano Atlântico, próximo de São Tomé e Príncipe, numa ilha desconhecida (soube disso mais tarde).
As horas foram passando e a noite chegou, aparentando ser 8h, o vento estava muito forte, as folhas das árvores estavam "batendo palmas" e eu sem sono, fiquei perto dps restos do avião, alguns minutos se passaram e devido ao cansaço peguei no sono - sendo esse o meu primeiro dia.
Amanheceu, segundo dia, acordei com o meu estômago roncando e fui procurar algo para comer, andei, andei até que achei algumas maças e sem quase mastigá-las eu as engoli de tanta fome. Também estava com muita sede, fui pra perto de uma cachoeira e me saciei.
Voltei para ficar perto do avião e encontrei algumas roupas e mais nada, comecei entrar em desespero, pois não aguentava mais ...
Os dias foram passando e eu perdia cada vez mais a esperança, até que no sétimo dia ouvi o barulho de um helicóptero, fui correndo vê-lo, acenei várias vezes mas ele passou. Como estava cansada e com fome, pois só frutas não me sustentaram, fui dormir. No oitavo dia, vi o helicóptero novamente e acenei mais uma vez com pedidos de socorro, pareciam me ver, mas passaram reto novamente. Quando era por volta das 3h, vi algo aparecer no horizonte, estava se aproximando da ilha, quando chegou mais perto, pude ver era um navio e comecei a pedir socorro e que me ajudassem. Eles me viram e me resgataram, pois aquele helicóptero avisou os "policiais" que vieram me resgatar de navio, pois a descida de helicóptero era difícil.
Minha vida ficou diferente, mas sei que isso nunca irá sair da minha cabeça, pois para mim foi uma experiência "traumatizante", foi uma viagem perdida, mas penso até hoje, não sei se foi sorte ou acidente, mas o incrível é saber que fui a única sobrevivente, porque até foram oito dias de desespero, pra mim foi como se fosse uma eternidade, mas é uma coisa que marcou minha história, tanto que fiz um livro contando esse isso, que se chama "Entre a morte e o resgate - oito dias que se tornaram oitenta anos".
Raquel.
domingo, 8 de junho de 2008
RESULTADO!!!!!

A personagem é Lúcia, que mais tarde assume o nome de Maria da Glória. O livro é "Lucíola" de José de Alencar.
Vale uma boa Leitura.
Parabéns a todos os participantes, em especial: Jéssica Alecsandra do 2º A, que já havia lido o romance e foi a primeira a descobrir a resposta certa.
Parabéns ao aluno Roberto, do 2º E, pela iniciativa da leitura do livro.
Jéssica, parabéns. Roberto boa leitura, aguardo informações sobre o que você achou do livro, quando tiver terminado.
Afinal: LER É O MÁXIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
TRADUÇÃO SIMULTÂNEA
Eis aqui, artistas de plantão: tradução simultânea da última aula no 2º E.Um suposto casamento entre Elaine e Adeildo que ficou "a ver navios" por influência de Josenaldo, tendo como participação especial Padre Vitor Hugo - para revisão de tópico gramatical.
Arte: Liminha Produções.
Mais informações: pergunte a um dos presentes do 2º E.
COMPARTILHEMOS LIVROS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Pois é, leitores e leitoras da nossa “Blogosfera”, sabe que adorei esse termo!
Esse espaço virtual dedicado à leitura colhe a cada dia mais frutos. Quando cheguei à escola, na última segunda-feira, 2 de junho fui bombardeada por boas notícias. A primeira delas, veio por parte da minha aluna Caroline, do 2º ano do Ensino Médio. Ainda próximo ao corredor da escola, ela veio saltitante de alegria, pois recebera como presente de aniversário de seu avô uma grande surpresa:
Vocês podem pensar ela ganhou:
( ) Uma roupa nova ( ) Um celular última geração ( ) Um dos MPs (3, 4 ...)
Não, caros leitores, ela recebeu de presente um livro. Sabe, me arrepio até de falar, de tanta felicidade. Quando poderíamos pensar que alguém um jovem dessa geração tecnológica ficaria tão feliz ao receber um livro? Nossa, dá vontade até de chorar de emoção!
O caso foi o seguinte, como todos podem ver, fiz uma indicação de livros no Blog, e como sou apaixonada por eles, comentei com meus alunos sobre o enredo de “ O caçador de pipas” e “O primo Basílio”; até coloquei dois vídeos do youtube para chamar atenção.
Puxa, quem me conhece sabe que ao contar uma história viajo literalmente nela, isto porque sou absorvida por um universo que é estranho ao meu e me instiga a curiosidade; também pelo prazer de ver os rostos de quem a ouve , assim ensimesmados, viajando, absorvendo cada nova informação devagar para prolongar o mais possível o gosto delas. Que gosto uma boa história pode ter...Assim, voltando a Carol, ela como muitos, passaram por esse processo ao ouvir um pouquinho da história de “O caçador de Pipas” e “O primo Basílio” lindaaaaaaas, por sinal. Ao chegar em casa, ela comentou com sua mãe que comentou com seu avô, quando este perguntou a ela, o que ele poderia dar de presente a Carol:
- Ela falou muito de um livro! – disse a mãe.
O avô então comprou o livro para neta e todos nós já sabemos qual foi o resultado disso, não é? A aula de literatura ultrapassou os muros da escola e chegou às casas dos alunos. Isso é o máximo, todos contaminados pelo vírus da leitura.
Outro foi o Adeildo, também do 2º E, aluno dedicado, inteligente e muiiiiiito educado, pra falar a verdade, ele e seu amigo Roberto que vive deixando comentários no Blog – adooooro por sinal, merecem um artigo especial, que providenciarei com muito prazer. Adeildo, comentando sobre “O caçador de pipas”, teve a feliz notícia que um amigo dispunha do livro, de modo que eu ao chegar na segunda-feira, encontrei o Adeildo, compenetrado já praticamente no final do livro:
- Olha o que eu consegui, professora! – dizia-me com um sorriso que demonstrava grande alegria e acentuada nele seu rosto rosado.
- Mas, você já está praticamente terminando o livro, Adeildo?
- É professora, mas acho que não baterei o seu recorde de terminá-lo em três dias – respondeu-me com o mesmo sorriso.
Anderson – aquele do Martins Pena com sotaque nordestino – vem em seguida me dizer que tinha comprado “O primo Basílio” e que já começara a leitura.
No 2º B, Amanda, uma aluna bonita e educada, irmã de dois ex-alunos meus, me chamou próximo à sua carteira e disse-me que seu irmão havida dado de presente a ela “ O caçador de pipas”.
Laís, minha aluna do 2º C - inconfundível por seu sorriso meigo – disse-me que começara a leitura de “O primo Basílio”.
- É professora, muito legal o livro!
E tantos outros – que já não consigo mais enumerar!
Dá pra imaginar uma coisa dessas? O que deseja aquele que é amante da literatura?
Compartilhar o seu amor por ela, isso porque assim como o amor, a leitura não combina com egoísmo, quanto mais se lê e se compartilha mais recebemos, mais aprendemos – assim COMPARTILHEMOS LEITURAS!
Esse espaço virtual dedicado à leitura colhe a cada dia mais frutos. Quando cheguei à escola, na última segunda-feira, 2 de junho fui bombardeada por boas notícias. A primeira delas, veio por parte da minha aluna Caroline, do 2º ano do Ensino Médio. Ainda próximo ao corredor da escola, ela veio saltitante de alegria, pois recebera como presente de aniversário de seu avô uma grande surpresa:
Vocês podem pensar ela ganhou:
( ) Uma roupa nova ( ) Um celular última geração ( ) Um dos MPs (3, 4 ...)
Não, caros leitores, ela recebeu de presente um livro. Sabe, me arrepio até de falar, de tanta felicidade. Quando poderíamos pensar que alguém um jovem dessa geração tecnológica ficaria tão feliz ao receber um livro? Nossa, dá vontade até de chorar de emoção!
O caso foi o seguinte, como todos podem ver, fiz uma indicação de livros no Blog, e como sou apaixonada por eles, comentei com meus alunos sobre o enredo de “ O caçador de pipas” e “O primo Basílio”; até coloquei dois vídeos do youtube para chamar atenção.
Puxa, quem me conhece sabe que ao contar uma história viajo literalmente nela, isto porque sou absorvida por um universo que é estranho ao meu e me instiga a curiosidade; também pelo prazer de ver os rostos de quem a ouve , assim ensimesmados, viajando, absorvendo cada nova informação devagar para prolongar o mais possível o gosto delas. Que gosto uma boa história pode ter...Assim, voltando a Carol, ela como muitos, passaram por esse processo ao ouvir um pouquinho da história de “O caçador de Pipas” e “O primo Basílio” lindaaaaaaas, por sinal. Ao chegar em casa, ela comentou com sua mãe que comentou com seu avô, quando este perguntou a ela, o que ele poderia dar de presente a Carol:
- Ela falou muito de um livro! – disse a mãe.
O avô então comprou o livro para neta e todos nós já sabemos qual foi o resultado disso, não é? A aula de literatura ultrapassou os muros da escola e chegou às casas dos alunos. Isso é o máximo, todos contaminados pelo vírus da leitura.
Outro foi o Adeildo, também do 2º E, aluno dedicado, inteligente e muiiiiiito educado, pra falar a verdade, ele e seu amigo Roberto que vive deixando comentários no Blog – adooooro por sinal, merecem um artigo especial, que providenciarei com muito prazer. Adeildo, comentando sobre “O caçador de pipas”, teve a feliz notícia que um amigo dispunha do livro, de modo que eu ao chegar na segunda-feira, encontrei o Adeildo, compenetrado já praticamente no final do livro:
- Olha o que eu consegui, professora! – dizia-me com um sorriso que demonstrava grande alegria e acentuada nele seu rosto rosado.
- Mas, você já está praticamente terminando o livro, Adeildo?
- É professora, mas acho que não baterei o seu recorde de terminá-lo em três dias – respondeu-me com o mesmo sorriso.
Anderson – aquele do Martins Pena com sotaque nordestino – vem em seguida me dizer que tinha comprado “O primo Basílio” e que já começara a leitura.
No 2º B, Amanda, uma aluna bonita e educada, irmã de dois ex-alunos meus, me chamou próximo à sua carteira e disse-me que seu irmão havida dado de presente a ela “ O caçador de pipas”.
Laís, minha aluna do 2º C - inconfundível por seu sorriso meigo – disse-me que começara a leitura de “O primo Basílio”.
- É professora, muito legal o livro!
E tantos outros – que já não consigo mais enumerar!
Dá pra imaginar uma coisa dessas? O que deseja aquele que é amante da literatura?
Compartilhar o seu amor por ela, isso porque assim como o amor, a leitura não combina com egoísmo, quanto mais se lê e se compartilha mais recebemos, mais aprendemos – assim COMPARTILHEMOS LEITURAS!
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